O abate de bebês de vacas diminui conforme os consumidores do mundo todo preferem uma dieta baseada em vegetais e se opõem à crueldade praticada pela indústria produtora de carne e laticínios.
*Por Anna Starostinetskaya
Os consumidores que escolhem proteínas à base de plantas em vez de vitela estão dissuadindo a prática do abate de bebês de vacas.
Um novo relatório da empresa de pesquisa de mercado HTF MI revelou que a indústria de abate de bebês de vacas deverá crescer com uma taxa anual de 2,19% até 2022.
O documento identificou o “aumento do veganismo” como um grande desafio para esta indústria, uma vez que os consumidores estão preferindo proteínas baseadas em plantas. Um dos motivos desta escolha tem o objetivo de parar com o apoio da prática cruel do abate de bebês de vacas, um “subproduto” da indústria de laticínios, que é produzido pela matança de bezerros com menos de 25 semanas de idade.
Abate de bebês de vacas e outros segmentos são afetados pelo veganismo
O abate de bebês de vacas é apenas um segmento da indústria da carne que é afetado pelo aumento do veganismo. No ano passado, a empresa de análise de dados Research and Markets divulgou um relatório que descobriu que o interesse do consumidor pelo veganismo era responsável por diminuir as vendas de produtos de pepperoni em todo o mundo.
*Fonte: Vegnews
*Imagem: Pixabay