Nova pesquisa do Ibope Inteligência, encomendada pela Sociedade Vegetariana Brasileira – SVB, revelou que 14% da população brasileira se declara vegetariana. Com base neste estudo, o Estadão fez uma reportagem para mostrar a força e o crescimento dos nichos do veganismo.
Se anteriormente, o veganismo estava ligado apenas a restaurantes de comida saudável e produtos sem ingredientes de origem animal, a reportagem serviu para quebrar barreiras.
Entre os inúmeros exemplos apresentados, a matéria trouxe a história de Carlos Dias. Ele fez seu primeiro hambúrguer de lentilha, mas não ficou bom. No entanto, ele não desistiu e após muitos experimentos lançou, em janeiro deste ano, a lanchonete Animal Chef.
Além do número de pessoas que se declaram vegetarianas, a pesquisa do Ibope também apontou que 60% dos brasileiros com mais de 16 anos comprariam produtos veganos se custassem o mesmo que os demais.
A matéria também destacou Danuza Pazzini que criou a Vegana Bacana, primeira empresa especializada em decoração de festa infantil com cardápio vegano e vegetariano.
Nichos do veganismo: site de relacionamento e escola
Com o número cada vez maior de adeptos do veganismo no Brasil, surgiu a ideia do Loveg. O site de relacionamento foi criado pelo programador vegetariano Rodrigo Alornoz, que promove encontros e amizades entre os veganos.
Outro exemplo apresentado foi uma escola na capital da Paraíba, João Pessoa. Divulgada como a primeira escola vegana de ensino regular no país, a Nativa estimula o bom convívio com os animais. Além de, é claro, oferecer uma alimentação rica e balanceada para crianças de 1 a 4 anos.
Legumes e verduras em alta
O termo restaurante vegetariano está caindo em desuso, ou seja, os legumes e as verduras vêm ganhando mais espaço nos menus de vários locais. Casas reconhecidas como D.O.M, Maní, Tuju e Oro, já mantêm dois menus: herbívoro e onívoro.
Para ler mais, acesse a matéria do Estadão na íntegra.
*Fonte: Estadão
*Imagem: Nativa Escola