E a China continua nos surpreendendo negativamente quando o assunto são os direitos dos animais. A prática é antiga e a cena ainda chama muito a atenção. Chaveiros com animais vivos são vendidos livremente nas ruas de cidades chinesas.
Não, caro leitor, você não leu errado: animais vivos são vendidos como peças de decoração a serviço do turismo. O sofrimento de pequenos animais fica evidente nestes artigos comercializados como souvenirs.
Salamandras, tartarugas, sapos e peixes ficam aprisionados em sacos de plásticos minúsculos – com pouco mais de 5 centímetros – e líquidos coloridos.
O espaço destinado aos animais é tão reduzido que eles mal podem respirar ou se mover.
A crueldade com os animais é tanta, que os vendedores alegam que colocam alimento no saco plástico antes de lacrá-lo. De acordo com eles, os bichos podem sobreviver até 6 meses – se tiverem sorte.
Além da questão física, os animais também sofrem de estresse psicológico, já que ficam atordoados por não conseguirem se movimentar.
Chaveiros com animais vivos: auge da crueldade humana
No entanto, todos sabem que é praticamente impossível a sobrevivência nestas condições em que se encontram os chaveiros de animais vivos. O que acontece é uma morte lenta e sofrida. Esta atividade deveria ser extinta e os vendedores deveriam ser punidos, assim, como quem compra este tipo de produto.
O vídeo abaixo, produzido pelo blog Aqui em La China, mostra que a comercialização de animais vivos, sem a menor condição de armazenamento e higiene é comum no país asiático.
A pergunta que fica é: até onde pode chegar a crueldade humana? Como é possível que pessoas possam causar o sofrimento de tantos animais indefesos. É preciso denunciar e acabar com estas práticas na China e no mundo.
Faça sua parte e ajude a compartilhar esta história. Todos na luta contra os maus-tratos aos animais.
*Fontes: Aqui en la China e Histórias com Valor
*Imagem: divulgação